terça-feira, 11 de setembro de 2012
Saudade...
É uma dor incontrolável, é a dor da saudade. Algo que sentimos sem querer, uma dor que nos machuca bastante por dentro, nos faz um ser "destruído". É como se nada mais fizesse sentido sem a pessoa que amamos por perto. Saber que não é todos os dias que o vejo, me deixa muito triste. Eu queria ao menos olhar no olho dele todas as manhãs, e falar "eu te amo", nada mais. Já estaria satisfeita com tudo. Mas isso não vai acontecer. É isso, essa é a dor mais detestante de toda a minha vida, a dor da saudade.
segunda-feira, 10 de setembro de 2012

De repente olhamos pra dentro de nós e
a única coisa que enxergamos é esse borrão de sentimentos que nos cobre
por inteiro. Não cabe a nós tentar apagá-lo. A gente nunca se acostuma a
perder o controle sobre o que sentir, quando sentir ou como sentir, mas
é nesse momento que a gente se depara com caminhos pelos quais nunca
pensamos que íamos passar. Então a gente começa a perceber que o que
desejáva-mos não era o suficiente e que podemos ir mais além. Por mais
estranho que seja o caminho a gente arrisca e arriscar é
completamente normal. Normal porque já nos acostumamos a fazer as coisas
por impulso. Por mais que tentemos mudar, no final das contas a gente
sempre acaba voltando pro mesmo lugar. Aquela velha dor no peito não nos
deixa esquecer e, pra falar a verdade, nem sempre a gente deseja
curá-la. Não faz sentido, mas quem já sentiu entende.
Ah, o amor...
A gente passa a entender o amor quando
percebemos que não conseguimos mais viver sem ele. Não se trata só de
carência, quando todas as horas do dia não são suficientes pra pensar em
alguém. E, ás vezes realmente chegamos a acreditar que existe uma parte
vazia no nosso coração, que precisa ser preenchida. A parte que nos
completa, finalmente. Por mais que tentemos não dá pra controlar. Nos
machucamos sem perceber, quando tentamos fugir da felicidade de
encontrar alguém que possa segurar nossa mão. Não sabemos o que sentir
quando na verdade tudo que a gente precisa é perder o ar por alguns
segundos.
Falando de amor...
Eu vou sim falar de amor , talvez não da forma esperada mas vou falar do amor que vivo neste momento. Quando
visualizamos um poema e nos envolvemos com o que esta escrito baixamos
nossas barreiras e nos entregamos somente aos nossos sentimentos, é mais
que um eu te amo, e mais que uma declaração de amor e uma explosão de
sentimentos e o que mais me fascina ao ver um poema, uma foto, uma
expressao de amor é que cada um que por ali passa interpreta de uma
forma diferente.
Passei a me questionar. Não se trata
de sorte quando você encontra no seu caminho alguém que realmente se
importa com você. E realmente não é. Hoje eu só queria fechar os olhos
com a certeza de que ao abri-los nada estaria diferente, que os
sentimentos continuariam no mesmo lugar. Não consigo mais acreditar na
idéia de que tudo vai ser perfeito sempre. Foi o que eu aprendi. Às
vezes eu me perco no meio de tanto sentimento. Tem me faltado espaço pra
sentir outras coisas. Não consigo viver de incertezas, elas já não me
satisfazem mais. É estranho sentir que nada mais faz sentido. É que e as
vezes eu sou tomada por uma incerteza, que eu não sei explicar. Isso
não me faz bem. Na verdade eu não sei mais o que pensar. Definitivamente
não sei.
domingo, 9 de setembro de 2012
Memórias perdidas...
Estranho é ser tomado por tanto
sentimento, sabendo que é algo que não se pode impedir. Tem dias que a
gente acorda diferente, esperando das pessoas mais do que elas podem nos
oferecer. Tem dias que acordamos fechando os olhos pra tudo à nossa
volta. O que a gente não sabe é que o dia pode ser mais feliz do que a
gente esperava. E na maioria das vezes é. Foi vasculhando antigos
sentimentos que encontrei dentro de mim memórias as quais eu julgava
perdidas. Às vezes tudo que a gente tem que fazer é esquecer antigas
mágoas e seguir em frente. Por mais difícil que seja perdoar. Preenchi
meu coração de esperança. E não há ninguém que possa tirar isso de mim.
Preciso começar a pensar menos e viver mais.
Coisas que valem a pena...
Existem coisas que a gente não precisa
ouvir, mas por mais que a gente tente elas não passam por desercebidas.
Tenho muitas coisas incompreendidas dentro de mim, as quais nem sei
porque ainda existem. Não, eu não consigo esquecer. Simplesmente não
consigo fechar os olhos sem pensar no quanto a realidade é diferente. É
tão mais seguro fechar-se contra tudo e todos, aparentemente. No entanto
sempre acabamos nos deixando levar pelo sentimento. Cegamente. E sempre
querendo ir mais além, sem pensar no que possa acontecer. E é no final
do dia, colocando a cabeça no travesseiro que percebemos o quanto valeu a
pena. E sempre vale.
Mas então o que é a verdade, se não
tudo aquilo em que acreditamos com todas as nossas forças, até o
fatídico momento em que não cremos mais? As verdades mudam, e as tuas o
fazem numa velocidade que acredito que ninguém seja capaz de
acompanhar. Justamente, por medo disso, tratei de despir meus
sentimentos de poesia. No entanto, as nossas situações, mesmo nuas de
significado, mesmo ceticamente analisadas com a frieza de um cirurgião,
teimavam em rabiscar sorrisos na minha cara. Sorrisos que não saíam em
água corrente. Mesmo assim, tenho vivido ao pé da letra o
‘dia-após-o-outro’, jamais adornando os dias com os meus costumeiros
exageros que conheço bem. É difícil manter os pés no chão enquanto a
mente voa. (Lucas Silveira)
Sou pessoa de dentro pra fora. Minha
beleza está na minha essência e no meu caráter. Acredito em sonhos, não
em utopia. Mas quando sonho, sonho alto. Estou aqui é pra viver, cair,
aprender, levantar e seguir em frente. Sou isso hoje. Amanhã, já me
reinventei. Reinvento-me sempre que a vida pede um pouco mais de mim.
Sou complexa, sou mistura, sou mulher com cara de menina e vice-versa.
Me perco, me procuro e me acho. E quando necessário, enlouqueço e deixo
rolar. Não me dôo pela metade, não sou tua meio amiga nem teu quase
amor. Ou sou tudo ou sou nada. Não suporto meio termos. Sou boba, mas
não sou burra. Ingênua, mas não santa. Sou pessoa de riso fácil, e
choro também. (Tati Bernardi)
Quando o amor acaba...
Você acha que sabe tudo sobre o amor,
que nada mais te surpreenderia. Quando de repente se depara com a mais
cruel das verdades: um dia o amor acaba. E quando acaba tudo perde o
sentido. O que antes parecia ser simples se torna o maior pesadelo já
vivido. Não adianta procurar sentido nessas coisas, pois não há. A coisa
mais fácil de acontecer é a gente se apaixonar por alguém, embora a
gente sempre acabe complicando a situação mais do que deveria. Nem
sempre esperamos ter que enfrentar o fim e por pior que seja, por mais
que achemos o contrário, a gente supera. Não é a primeira nem a última
vez que isso poderá acontecer. Talvez essa seja a maior e mais feliz das
verdades.
De repente olhamos pra dentro de nós e
a única coisa que enxergamos é esse borrão de sentimentos que nos cobre
por inteiro. Não cabe a nós tentar apagá-lo. A gente nunca se acostuma a
perder o controle sobre o que sentir, quando sentir ou como sentir, mas
é nesse momento que a gente se depara com caminhos pelos quais nunca
pensamos que íamos passar. Então a gente começa a perceber que o que
desejáva-mos não era o suficiente e que podemos ir mais além. Por mais
estranho e nebuloso que seja o caminho a gente arrisca e arriscar é
completamente normal. Normal porque já nos acostumamos a fazer as coisas
por impulso. Por mais que tentemos mudar, no final das contas a gente
sempre acaba voltando pro mesmo lugar. Aquela velha dor no peito não nos
deixa esquecer e, pra falar a verdade, nem sempre a gente deseja
curá-la. Não faz sentido, mas quem já sentiu entende.
Você tenta fugir, mas não consegue.
Tudo o que mais deseja é se sentir livre outra vez. E começa a pensar
que é só mais um dia, isso vai passar, é só mais um dia ruim. Mas não
passa nunca. É difícil aceitar o rumo que as coisas tomam, mas com o
passar do tempo a gente percebe que tudo era nuito simples, nós é que
acabamos complicando as coisas tentando ser que não somos realmente. E
continuamos tentando, por muito tempo. Continuamos tentando, sem
perceber. A gente nunca espera sofrer. A última coisa que esperamos é
ver a pessoa que amamos nos magoar. Existem pessoas que não percebem o
quanto são importantes.
Não sei lidar com isso. Nunca fui boa em ser insensível, embora eu tenha
tentado inúmeras vezes. Tenho andado confusa nos ultimos dias. Tenho
esperado por mudanças que nunca vão acontecer. Eu não me canso de
esperar. E mesmo enchendo meu coração de culpa não consigo deixar de te
amar, nem por um segundo. Às vezes me pego esperando pelo que não vai
chegar, inconscientemente. Esse sentimento não vai me deixar em paz, eu
sei. Espero o momento certo para dar o primeiro passo e não sei o quanto
isso pode demorar, embora isso não importe mais. Basta olhar em meus
olhos pra perceber o quanto eu mudei. Às vezes não se trata apenas de
saudade, pode ser algo mais.
quinta-feira, 6 de setembro de 2012
Às vezes sinto falta de algo que eu não consigo identificar. Isso me
deixa angustiada, de verdade. É mais do que eu poderia suportar. No
final das contas não achamos que nosso coração seja tão frágil até o
momento que o vemos despedaçado no chão. Aí sim começamos a pensar
diferente. Começamos a abrir os olhos pra coisas que antes não tinham
importância. Eu já não sei o que pensar sobre tudo isso. Eu já senti
muitas coisas, mas nada se compara a sensação de sentir meu coração
preso a alguém. E no final percebemos que continuamos com os olhos
fechados, involuntariamente, sem perceber. Olha o que acontece. Temos
que aceitar a verdade, somos realmente frágeis, por mais que tentemos
demonstrar o oposto. Continuo com os olhos fechados. Preciso acordar.
Não estamos acostumados a ter que esquecer. Como se fosse possível
esquecer aquilo que nos tira o sono todas as noites. Nem todo amor do
mundo poderia aquecer meu coração agora. Quanto tempo a gente consegue
aguentar? Quando nosso coração está vazio não existe espaço pra dor, mas
agora é diferente. Ele se preencheu com outras coisas. Você se dá conta
de que o seu maior desejo sempre foi preencher esse vazio, mas que
talvez essa não tenha sido a melhor das escolhas. E se eu ainda espero
por mudanças é porque ainda não aceitei o fim. Então espero.
Sabe quando você sabe exatamente o que deve fazer, mas não tem coragem?
Às vezes tudo que eu queria era voltar no tempo e fazer tudo diferente.
Talvez fosse melhor. Desse jeito eu não estaria aqui me lamentando. É
difícil aceitar que as coisas tomem um rumo diferente do que a gente
esperava. Que não podemos mudar o que está pra acontecer. Tudo começa e
tudo tem um fim. E como dói saber disso. E como a gente queria que fosse
diferente. Você já sentiu seu coração se partir? Não existe dor pior e
não existe anestesia suficiente para aliviar essa dor. Eu não tenho como
evitar. E acredite, chorar não muda nada.
Hoje eu acordei diferente. Com sentimentos diferentes do que eu já tive
antes. Não sei muito bem o por quê. Era tão grande o peso que antes
existia no meu coração que eu não sabia o que fazer com ele. Hoje eu
parei de sentir pena de mim mesma e começei a me amar mais. Percebi que
não me conhecia suficientemente bem a ponto de saber o que eu precisava
pra ser feliz. Eu não sabia o que buscar, o que esperar. Eu não sei o
que me fez sentir assim. Não sei o que me fez olhar pra você e me sentir
completa como se você fosse a parte em mim que não existia. Tudo o que
eu queria era encontrar a felicidade em seus olhos. E foi o que eu fiz.
O
amor chega em uma hora e eu ainda não consegui comer, escolher a roupa,
arrumar minha franja, decidir se já posso amar. O amor chega em uma
hora e vai quebrar meu gesso mas eu não decidi se os ossos já estão bons
o suficiente. Mas ele vai chegar com trinta martelos e eu vou estar
esperando, forte e decidida, pra receber a porrada. E o ar que vai
entrar. E mais dor. E o ar que vai entrar. E quem sabe então alguma
felicidade, já que fui corajosa. Quem sabe a felicidade seja a harmonia
entre a dor e o ar que entram pelos poros que temos coragem de abrir? E
quem sabe só o amor seja o martelo possível? (Tati B.)
Já me chamaram de fria, louca e tudo mais que se pode dizer de alguém que não sabe o que deve sentir. Era tão estranho que me perdia entre todos os sentimentos que me preenchiam por dentro. Eu já cheguei ao ponto de desejar não sentir mais nada. Como se adiantasse. A realidade faz questão de jogar na nossa cara o quanto nos iludimos com tudo. Finalmente estou conseguindo passar da fase de me importar.
Medo e encanto...
Não consigo imaginar as coisas de forma diferente. Não que eu não tenha
tentado várias e várias vezes compreender o meu confuso coração. Eu já
desisti de tentar comandá-lo. Por mais que eu tente não consigo pensar
nisso tudo sem envolver amor. Isso tudo me dá medo e me encanta ao mesmo
tempo. Quero que você entenda que nem sempre tudo o que eu sinto faz
sentido pra mim também. Que o amor pode significar muito mais, mesmo
que os sentimentos não se encaixem perfeitamente. Quando não queremos
falar sobre o que sentimos é o momento em que isso não sai da nossa
cabeça, nem por um instante sequer. E isso nos atormenta, demais.
Às vezes o amor é tão grande que todas as outras coisas se tornam
insignificantes. Mas o fato é que
eu cansei desse amor de momento. Que só existe quando há felicidade. Que
tem hora marcada. Não sei se consigo mais acreditar. Existe tanta
angústia dentro do meu coração que ele está prestes a se partir, como
tantas outras vezes aconteceu. A gente constrói e desconstrói
sentimentos quase sempre involuntariamente. A verdade é que temos uma
queda por sentimentos mal resolvidos. Isso explica muita coisa.
Ouvir.
É preciso saber ouvir mais com o coração do que com os ouvidos.
O coração possui canais auditivos bem mais sensíveis e dispostos a ouvir e entender.
É preciso saber ouvir as palavras entreditas, mais do que as que foram claramente ditas.
Ouvir as palavras que restam na penumbra.
Ouvir não só os lábios, mas os olhos, os gestos, os passos - que falam muito, e falam sempre.
Bem-aventurados são os que não ouvem só com os ouvidos.
Bem-aventurados são os que podem contar com quem não tem só ouvidos para ouvir.
(Carlos P. Novaes)
E ai...
(E ai...) O seu coração está inteirinho, vem alguém quando menos esperamos, você se apaixona e ele fica todo quebrado, por causa das preocupações, decepções, ciúmes, distância, problemas que o amor causa! Mas por fim, vem alguém que realmente te ama e concerta tudo!
terça-feira, 4 de setembro de 2012
segunda-feira, 3 de setembro de 2012
Essa é um pouco da minha história de amor.
Nos conhecemos quando eu
tinha apenas 12 anos e ele 14. Não posso dizer que foi amor a primeira vista,
mas eu sei que algo de especial aconteceu no momento em que o vi pela primeira
vez. Ele não era uma pessoa de muitos amigos mas as amigas dele não gostavam
muito de mim para dizer a verdade, mas eu me apaixonei por aquele menino teimoso e
briguento que eu achava tão lindo. para dizer a verdade, mas eu me apaixonei por aquele menino teimoso e briguento
que eu achava tão lindo. Foi fácil conquistá-lo, pois logo depois que nos
conhecemos ele começou a gostar de mim. Ele era romântico, carinhoso, desses que sempre surpreende com um carinho ou um beijo roubado. Primeiro ele me pediu em namoro, mas eu não quis, falei pra ele muitas coisas e disse que queria que fossemos apenas melhores amigos, mas nem isso, fomos só amigos. Em fevereiro desse ano (2012) eu o vi no carnaval (21), ele estava lindo, e eu fui me apaixonando cada vez mais. Bom, o dia acabou e eu não o vi mais, logo seguinte, numa quarta-feira de cinzas (22) ele tinha ido embora, e eu desesperada, mandei uma mensagem pro celular dele falando que aceitava a proposta de namorar com ele. Desde então, fomos felizes, e somos até hoje! Um dia brigamos, e ficamos separados por um tempo, mas logo vi que não agüentaria tanta saudade transbordando nos olhos. Depois disso, nunca mais tivemos brigas do tipo, só descurções. Eu sempre ando fazendo de tudo pra não perde-lo, mas parece que ele não vê, que ele não se importa. Só sei de uma coisa, irei lutar até o fim pra estar sempre com ele.
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